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domingo, 13 de novembro de 2016

Segredos no cuidado do seu toca-discos


Se você já tem o seu toca-discos em casa, é hora de regular e nivelar seu aparelho para que ele funcione perfeitamente.

Pode parecer trivial, mas grande parte das pessoas que possui um toca-discos em casa não tem seu aparelho bem regulado. Principalmente o braço, a cápsula e a agulha, que são partes muito sensíveis e frágeis, devem ter um cuidado maior. Reunimos abaixo algumas dicas fáceis de executar para você regular em casa seu aparelho e ouvir seus bolachões com todo o potencial do toca-discos.

Evitando danos à agulha, sujeira, quedas e mudanças drásticas de temperatura, a regulagem pode durar anos. ATENÇÃO: se você não se sentir seguro ou não tiver as ferramentas necessárias, sugerimos que procure um técnico especializado que não vai danificar seu aparelho.

Limpeza



Se você tem seu toca-discos há algum tempo, ele pode estar com poeira ou resíduos que prejudicam seu funcionamento. Sim, às vezes uma poeira ou sujeira podem estar obstruindo partes do seu aparelho, principalmente se você nunca o limpou. Tente limpar o aparelho no mínimo uma vez por mês, tirando o pó e a gordura com um algodão ou pano limpo e úmido. Seque o toca-discos com um pano e deixe-o na sombra pra secar totalmente – nunca no sol.

A agulha também deve ser limpa. Você percebe que ela está suja quando não escuta o som com definição total – médios rachados e agudos abafados. Mas é preciso muito, muito cuidado ao tirar os resíduos da agulha. É muito fácil danificar uma parte tão sensível com uma limpeza caseira. O jeito mais fácil e que não vai causar nenhum estrago à sua agulha é colocar pra rodar um disco de vinil que acabou de secar depois de uma lavagem. As microquantidades de detergente com água se encarregarão de limpar a agulha do seu toca-discos.

Nivelamento


Antes de qualquer coisa, seu toca-discos deve estar em cima de uma superfície firme. Depois, é preciso verificar se o próprio toca-discos está nivelado. Alguns aparelhos possuem regulagem de altura nos pés ou no sistema de suspensão. Para saber se o aparelho está correto, basta usar uma ferramenta que mostra se a superfície está nivelada ou não. Já existem aplicativos para smartphones que simulam essa ferramenta, como mostrado acima.

Cápsula e braço


Outra parte do seu aparelho que deve estar alinhada e regulada é a cápsula, parte que comporta a agulha e que é presa com parafusos ao braço do toca-discos pelo shell. Com a agulha sobre o disco, o corpo dessa cápsula deve estar paralelo ao vinil, sem ficar mais para direita ou para esquerda. Se a cápsula não estiver alinhada com o disco, é porque o braço está torto ou porque a cápsula está mal presa ao shell. Vamos ver como arrumar os dois problemas que causam desequilíbrio entre canais e desgaste irregular da agulha e do seus vinis:



Exemplo de como usar o modelo abaixo

Para arrumar o posicionamento da cápsula no shell, você precisa usar um folha de papel com as mesma indicações do modelo abaixo. Existem modelos específicos para cada aparelho, mas se você não tiver o manual do seu toca-discos em mãos pode usar o modelo abaixo que o resultado será praticamente o mesmo. Depois de imprimir o modelo, faça um furo para o pino central do toca-discos e insira a folha de papel ali. Em seguida, leve o braço até o primeiro ponto de alinhamento, o mais longe do centro. Com a ponta da agulha quase tocando o ponto indicado para ela, coloque as laterais da cápsula alinhadas às linhas paralelas indicadas na folha – de acordo com a largura da cápsula. Você faz isso afrouxando um pouco os parafusos e apertando-os logo depois de mover a cápsula para regular com as linhas da folha.


Feito isso, leve a cápsula até o segundo ponto de alinhamento, o mais ao centro do disco. Se as laterais da cápsula estiverem alinhadas com as linhas da folha, o posicionamento da sua cápsula no shell está certo. Se as laterais estiverem um pouco fora, afrouxe os parafusos novamente e coloque a cápsula em um ponto médio entre as linhas do primeiro e do segundo ponto de alinhamento, porque dificilmente o alinhamento vai ficar igual nos dois pontos. Aperte os parafusos quando a cápsula estiver regulada no shell.



Se o braço do seu toca-discos estiver torto, é porque você deve regular o contrapeso dele. Com a agulha no descanso e destravada, gire o contrapeso do braço (sentido horário: diminui o peso; sentido anti-horário: aumenta o peso) até que ele flutue paralelo ao prato. Tenha calma para encontrar esse equilíbrio. Em seguida, se o seu toca-discos tiver dois contrapesos – um para o braço e outro para definir o peso de trabalho da agulha -, gire o contrapeso da agulha até que chegue ao peso especificado pelo fabricante da cápsula (se você não tiver o manual em casa, pode encontrá-lo na internet).




Caso o seu aparelho tiver um contrapeso para o braço e outro para a agulha, logo em seguida de equilibrar o peso do braço, trave-o no suporte de descanso dele. Com uma mão, segure com cuidado o contrapeso, e com a outra gire o anel com a escala numérica (como mostrado na foto acima) até que chegue na marca do zero. Depois, com apenas uma mão, gire o contrapeso no sentido anti-horário até que a escala numérica marque o peso determinado pelo fabricante da cápsula. Quanto mais pesado for o shell, maior será o contrapeso para não ocorrer desgaste da agulha e dos discos. Meio décimo de grama pode fazer a diferença no som.

Vertical Tracking Angle (VTA)

O VTA é o ângulo vertical do suporte da agulha com a superfície do disco. Se não estiver bem regulado, você vai perceber alterações nos graves e nos agudos do seu som. Infelizmente, alguns aparelhos não possuem essa regulagem.

Você ajusta o VTA numa regulagem na base do braço. O primeiro passo para regular o VTA, é deixar o braço paralelo ao prato. Como as cápsula são diferentes entre si, pode ser que você tenha que fazer pequenas alterações no VTA de acordo com cada uma delas. Você vai saber que está tudo certo quando os graves e agudos de uma música soarem claros e limpos.


Skating” é o termo usado para expressar a tendência do braço deslizar para o centro do disco enquanto ele estiver tocando. O skating causa desgaste na agulha e no seu disco de vinil. A regulagem do anti-skating compensa essa tendência e evita que ela aconteça. Algumas marcas de toca-discos não possuem essa função, infelizmente.

A parte de nivelamento do seu toca-discos com a superfície onde ele está é muito importante de ser feita antes de regular o anti-skating.

Como mostrado na foto acima, gire o anti-skating até que ele atinja o mesmo valor do contrapeso da agulha. A partir daí, com um vinil rodando, observe se a agulha está deslizando mais para o centro do disco. Caso esteja, diminua o valor do anti-skating até que você não perceba mais isso.

Fotos: Paula Moizes

Fonte:

noize.com.br/

emondo.com.br/
Dicas Disco Vintage

domingo, 30 de outubro de 2016

Cuide bem do seu Vinil!


Se você coleciona discos de vinis, ou é simplesmente um simpatizante dos adoráveis Long Plays, já sabe que os nossos queridos amigos sonoros merecem uma atenção toda especial para que continuem nos dando alegrias por muito tempo. Andando por feiras de discos você não se pergunta como alguns vinis estão firmes e forte há mais de 30, 40 anos sem afetações na sonoridade? Pois não é nada impossível, sintetizamos os principais cuidados que você deve ter com seu disco de vinil:

• O primeiro cuidado que você tem que ter é ao manipular o seu disco. Evite ao máximo tocar no vinil, segure ele nas bordas ou pela etiqueta. Os dedos carregam muita sujeira, as impressões digitais carregam gordura – que são insolúveis na água – além de poeira.

• Não assopre o vinil achando que assim você elimina partículas de poeira. Na verdade, você vai acabar passando mais partículas abrasivas através do seu hálito.

• Os vinis devem sempre estar guardados ou expostos em lugares arejados e limpos com frequência. Ou seja, pouca umidade e temperaturas nas casas dos 15º a 30º celsius. Extremos de temperaturas podem causar empenamento do disco, ou seja, rachaduras ou fendas fatais para eles. Lembre-se também que umidade causa mofo e ele se alastra rapidamente, materiais vinilicos podem ser belos lares para fungos.

• Os discos devem se manter guardados nas suas respectivas capas protetoras. Use o plástico externo para proteger a capa e o plástico ou capa de papel interna para proteger o disco.

• Opte em guardar sua coleção de discos em lugares que eles fiquem na posição vertical. O material de vinil corre o risco de entortar se receber peso sobre si ou ficar exposto ao calor.

• Sempre que ouvir o vinil limpe ele antes de guardar. O disco de vinil possui eletricidade estática e acaba atraindo vários tipos de partículas que prejudicam a sonoridade do som ou ainda faz ele dar aos famosos “pulos” durante a execução das faixas.

• Limpe também o prato do aparelho que toca os vinis. Você pode usar um pincel macio, uma pequena escova ou um aspirador de pó portátil, do tipo usado para limpar estofamentos de carros.

• A escolha e a manutenção da agulha do aparelho de toca-discos também é importante. Por exemplo, em caso de discos estéreos as laterais da agulha apóiam-se nas laterais das ranhuras. Quando a agulha fica gasta, ela adquire faces pontiagudas que destroem facilmente estes sulcos do disco e precisam ser substituídas.

• Tenha cuidado ao colocar a agulha no disco, nunca solte-a em cima do mesmo. Arranhões de agulha quase sempre são irrecuperáveis.

• Lave o disco com água corrente e detergente neutro. Não tem problema se você molhar o selo porque ele servir como apoio para lavar o disco fazendo movimentos movimentos circulares com esponja de lavar pratos, lembre-se de usar a parte macia. Assim que lavado, deixe o vinil secar sozinho no escorredor de pratos e nunca o seque com pano e nem o deixe no sol.

Se você seguir essas dicas seus queridos LPs vão durar muito tempo ainda! Usa outras formas para manter o seu disco intacto, bonito e audível? No mais, coloca um vinil aí na vitrola!



Fonte: joaquimlivraria.wordpress.com
Disco Vintage

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Quando o roadie não ajuda


E então o roadie pegou o carro do músico e foi passear...

É um grande negócio poder contar com roadies para montar palco, carregar equipamentos, conectar cabos, organizar as ligações elétricas, ajudar em momentos inusitados como troca de guitarras, e alguns imprevistos como quebra de cordas, etc.

Fim de show é seguramente o momento em que mais sentimos que o roadie valeu cada centavo. Depois de todo o cansaço de uma apresentação, é chatíssimo e muito desanimador ter que desmontar, conferir, carregar e guardar todo o equipamento.

De alguns anos para cá, passei a contratar roadies para a maioria das apresentações que faço, e confesso que a maioria de minhas experiências foi muito positiva, mas tive muitas bastante negativas também. Descreverei aqui algumas das experiências negativas vividas pelo guitarrista profissional Vagner Lucena, hoje na banda Zero Onze, e também uma experiência ruim que eu mesmo tive.

A Angels, antiga banda do Vagner, usava três roadies. Nenhum deles era profissional ou tinha experiência. Dois deles estudavam música. Os roadies 1 e 2 tocavam bateria. O roadie 3 não tocava instrumento algum, nem tinha sido roadie antes. A intenção era ensiná-los a profissão, e em troca a Angels teria roadies trabalhando bem alinhados com as necessidades da banda.

Os três queriam acumular experiência, e os que eram músicos aspirantes (sem emprego e sem atividades paralelas), podiam ter uma visão mais próxima e clara do aspecto do dia-a-dia numa banda de entretenimento, mesmo que ganhando pouco dinheiro.

O primeiro problema ocorreu durante um grande show, sábado, casa lotada, pista fervendo. O roadie 2 passou pelo Vagner pra resolver algum problema técnico. Na pressa de deixar o palco rapidamente, ele tropeçou no cabo da guitarra. O tranco fez com que o som fosse substituído por um ruído ensurdecedor que foi direto para os PAs, deixando o público bem apreensivo. O cabo havia destruído o jack do amplificador, quebrando-o por dentro.

A banda prosseguiu e terminou a entrada sem a guitarra. No intervalo, os músicos no desespero pegaram um amplificador no estúdio do baixista para poder salvar o resto da noite.

O chato é saber que se as conexões tivessem sido feitas com um pouco mais de cuidado, como, por exemplo, ter dado volta no cabo por baixo da alça do amplificador, provavelmente não haveria ocorrido dano algum ao equipamento.

Correr num palco também é outra coisa muito perigosa. Falta de experiência total e absoluta. Claro que o conserto ficou por conta do Vagner, já que o roadie não tinha a menor condição de arcar com o prejuízo.

Outra situação ruim foi numa festa de casamento. Durante a passagem de som da Angels o roadie 1 montou todo o palco e plugou o amplificador (110V) numa tomada 220V. Vagner subiu ao palco pra passar o som da guitarra e quando ligou o amplificador, advinha? Queimaram todas as saídas.

Ele sempre deixa junto aos equipamentos um “tester” pra medir a voltagem da tomada, tudo sob cuidado do roadie, mesmo assim isso aconteceu. O prejuízo mais uma vez ficou por conta do guitarrista.

A banda acabou pagando “curso de roadie" para os três meninos, mas infelizmente, por falta de gente que leve a profissão a sério, e um pouco de trauma, a banda e os músicos não contratam mais nenhum roadie.

Passei várias situações chatas com o roadie numa única apresentação com a banda Vodu no bar Manifesto. Contratei um roadie que havia sido indicado e parecia competente. Ele me encontraria em casa para me ajudar a carregar o carro. Meu carro ficaria completamente lotado com 2 pessoas e equipamento.

O roadie chegou em casa com a namorada. Esse foi o 1º transtorno. Ela foi junto no carro até o bar, deixando a condução bem complicada.

No bar, na passagem de som, o roadie ligou os cabos de guitarra da maneira errada. Tive que largar a guitarra e refazer toda a ligação. Perda de tempo, tensão, etc.

Terminada a passagem, demonstrei novamente como deveria ser tudo ligado na hora do show, e escrevi em papel todo o esquema de ligações de forma didática.

Na hora do show, a banda estava no palco, o público olhando, mas cadê o som da guitarra. O roadie ligou errado de novo. Tive que largar a guitarra e refazer eu mesmo as conexões.

O melhor ainda estava por vir. Terminado o show, pedi ao roadie para buscar no meu carro um acessório. Passados uns 30 minutos, nada do roadie reaparecer no bar. De repente, sua namorada veio até mim furiosa. O roadie havia desaparecido, e ela me confessou que ele havia saído por aí com meu carro pra dar umas voltas. Fiquei louco!

Ninguém atendia o celular do roadie, nada dele voltar, sua namorada chorando e eu querendo chamar a polícia.

Fui pra porta do bar com amigos e com a namorada do roadie. Uns 20 minutos mais tarde ele retornou. Não conseguiu explicar o absurdo que havia feito. Meu carro estava intacto, mas eu fiquei maluco e dispensei o roadie.

Hoje ainda chamo roadies para apresentações, mas faço o possível para treiná-los muito bem e sou muito mais criterioso quanto à escolha da pessoa. 

Por José Xinho Luís

Fonte: Território da Música


Banda

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Metal é só para homem?


“Quando você começa a ouvir heavy metal muitas coisas passam despercebidas. E quando eu comecei, por morar em uma cidade do interior de minas, eu não sentia falta de mulheres dentro da cena ou pelo menos não percebia.

O que eu queria mesmo era viver intensamente tudo que estava a minha volta, comprar discos, ir a shows, organizar eventos, tocar em bandas, mas eu não enxergava a real importância das mulheres dentro do heavy metal.

Com o passar dos anos comecei a enxergar tudo de forma de diferente e a cada dia sinto a intensidade da presença feminina dentro da cena. Por isto decidi fazer este documentário abordando temas que envolvem as mulheres dentro da cena underground no Brasil.

Espero que todos gostem e possam tirar proveito do conteúdo elaborado.”

Clinger Carlos & Heavy Metal On Line





Fonte: http://heavymetalonline.com.br/

Banda Metal Mulher Música

As palavras mais usadas em músicas de metal


Um estudo publicado no site Degenerate State por um cientista de dados identificado como Iain listou as palavras mais frequentes em músicas de Metal.

O estudo (publicado aqui) subtraiu palavras muito curtas e levou em consideração as palavras mais utilizadas na língua inglesa para que o resultado final não fosse influenciado. Assim, criou uma taxa que batizou de “Metalness”. 

O analista utilizou um site de letras de músicas e reuniu 222.623 músicas de 22.314 álbuns de 7.364 bandas. Confira a lista das 20 palavras mais frequentes: 

1. burn 3.81 (queimar) 

2. cries 3.63 (choros) 

3. veins 3.59 (veias) 

4. eternity 3.56 (eternidade) 

5. breathe 3.54 (respirar) 

6. beast 3.54 (besta) 

7. gonna 3.53 (vai) 

8. demons 3.53 (demônios) 

9. ashes 3.51 (cinzas) 

10. soul 3.40 (alma) 

11. sorrow 3.40 (tristeza) 

12. sword 3.38 (espada) 

13. goodbye 3.28 (adeus) 

14. dreams 3.28 (sonhos) 

15. gods 3.24 (deuses) 

16. pray 3.22 (reza) 

17. reign 3.15 (reino) 

18. tear 3.12 (lágrima) 

19. flames 3.12 (chamas) 

O estudo também analisou a complexidade das letras, através do número de sílabas das palavras utilizadas e concluiu que Pig Destroyer tem as letras mais complexas. Além disso, também citou Five Finger Death Punch com (proporcionalmente) o maior número de palavrões. 

Fonte: http://www.wikimetal.com.br/


Metal Música

As 25 melhores logos de bandas de todos os tempos



Seja adornando caríssimas camisetas, peles de bumbo de baterias, sendo furtivamente desenhado em carteiras escolares ou marcados a tinta no corpo dos fãs mais dedicados, o logo de uma banda pode ser tão memorável quanto o seu maior hit. O site Spinner.com fez uma lista com os 25 melhores logos de bandas de todos os tempos. Segundo eles, são ícones que tornaram-se mais memoráveis do que qualquer música.


25º Lugar: Ramones
Arturo Vega, artistas e amigo de longa data da banda, escolheu o selo oficial do Presidente dos Estados Unidos como ponto de partida para o logo dos Ramones. Ele queria representar os Ramones como uma banda legitimamente americana.



24º Lugar: Nine Inch Nails
O logo foi imaginado por Trent Reznor, inspirado pela capa de "Remain in Light" do Talking Heads.



23º Lugar: Public Enemy



22º Lugar: Korn
Criado por Jonathan Davis. 


21º Lugar: Aerosmith
Desenhado pelo ex-guitarrista Ray Tabano.



20º Lugar: Black Flag
Desenhado por Raymond Pettibon, irmão de Greg Ginn.



19º Lugar: Phish 



18º Lugar: HIM
O "heartagram" (mistura de coração e pentagrama) foi desenhado por Ville Vallo.



17º Lugar: Beatles
Foi desenhado por Ivor Arbiter, que vendeu uma bateria a Ringo Starr.



16º Lugar: Bauhaus
Meio rosto e meio edifício. O logo remete ao movimento artístico e arquitetônico que dá nome à banda.



15º Lugar: Cramps
Lux Interior copiou o estilo de letras das revistas em quadrinhos "Tales From The Crypt". 



14º Lugar: Metallica
Desenhado por James Hetfield.



13º Lugar: Abba
Um acrônimo para os nomes dos casais componentes: Agnetha & Björn, e Benny & Anni-Frid. Cada letra B "olha" para o seu correspondente.



12º Lugar: Wutang Clan



11º Lugar: Queen
A logo foi desenhada por Freddie Mercury. Em volta da letra Q estão representações dos signos dos quatro componentes.



10º Lugar: Van Halen
A logo teve uma pequena alteração para marcar a saída de Dave Lee Roth e a entrada de Sammy Hagar.



09º Lugar: Misfits
O crânio foi tirado de um poster da série "The Crimson Ghost". As letras foram inspiradas nas da revista "Famous Monsters of Filmland".



08º Lugar: Grateful Dead



07º Lugar: Scissor Sisters 



06º Lugar: AC/DC
O logo só apareceu nas capas a partir de "Let There Be Rock". A criação foi do diretor de arte Bob Defrin, da Atlantic Records. 



05º Lugar: The Who
Desenhado por Brian Pike para um poster anunciando uma apresentação do grupo no Marquee de Londres. Embora nunca tenha aparecido em uma capa de álbum, foi adotado pelos fãs. 



04º Lugar: Kiss
Desenhado por Ace Frehley. Os dois S são estilizados em forma de relâmpagos. 



03º Lugar: Yes
Criado por Roger Dean, também responsável por algumas das paisagens das capas da banda.



02º Lugar: Rolling Stone
Desenhado por John Pasche, e não por Andy Warhol como muitos pensam. A boca é uma referência não apenas a Mick Jagger, mas também à deusa hindú Kali. 



01º Lugar: Prince
O desenho que também virou o nome (impronunciável) do músico, reúne os símbolos de "masculino" e "feminino". 

Fonte: http://whiplash.net/


Banda Rocker

Quando os álbuns de vinil dominavam o mundo



Era uma vez uma geração que passava horas em lojas de discos, garimpando, olhando capas, encontrando gente com gostos semelhantes, que se tornavam amigos. Para conhecer melhor o período da supremacia e as causas da decadência do formato álbum, assista a When Albuns Ruled the World (2013), da BBC. Centrado no contexto anglo-norte-americano, o documentário comenta sobre álbuns fundamentais dos anos 60 e 70, além de dar espaço às capas e à arte gráfica, componentes fundamentais do fetiche pelo bolachão de vinil. 

O disco de 33 RPMs, que comporta mais de 40 minutos de gravação, foi criado no fim da década de 1940 e durante anos foi veículo para música erudita e trilhas sonoras de musicais. A juventude, que curtia rock/pop, consumia mais compactos com os grandes sucessos. A indústria fonográfica era voltada para produção de singles, canções projetadas pras paradas de sucesso; o resto dos álbuns era recheado de fillers, que, como indica o termo, era pra preencher o espaço. 

O uso do formato LP como veículo de ideias mais consistentes pra música jovem nasceu nos EUA, com artistas como Bob Dylan, enchendo os 2 lados de mensagens de protesto e conscientização política. 1967 marcou o lançamento do fundamental Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, que levou o rock definitivamente ao estatuto de arte. A importância da obra é tão imensa, que basta dizer que os meninos de Liverpool – assistidos pelo produtor George Martin – inventaram uma sonoridade, escancararam as portas da percepção para experimentações mil em estúdio, inventaram o conceito de metabanda e conceitualizaram a capa. 




Auxiliados pelas novas estações FM – que executavam não apenas os singles e estavam abertas a faixas mais alternativas – o álbum de 33 RPMs adentrou os anos 1970 como o produto cultural mais lucrativo. A importância e divulgação dos LPs foram tão marcantes e um fenômeno tão rock, que esse gênero influenciou artisticamente soulmen como Marvin Gaye e jazzmen, como Miles Davis, que inventou o jazz-rock. 

When Albuns Ruled the World pincela exemplos significativos dessa primazia, como os álbuns introspectivos da galera de Los Angeles, como Joni Mitchell; o caso de Tubular Bells (1973), álbum do então desconhecido Mike Oldfield, que sozinho catapultou a Virgin Records ao status de império; a minúcia progressiva de bandas como Pink Floyd e Yes, que acabaram se enroscando na própria grandiloquência e pavimentando o caminho pra escarrada punk de 1977. 

E como é dialeticamente irônico acordar para o fato de que o manifesto em 3 acordes Never Mind the Bollocks (1977), dos Sex Pistols é tão conceitual quanto o exagero execrado do conceitual Tales from Topographic Oceans (1973), do Yes. 

Sabia que existe estreita relação entre a crise setentista do petróleo e a proliferação de álbuns ao vivo e greatest hits/best ofs? Aprenda vendo o documentário.

Por Roberto Rillo Bíscaro

Fonte: http://whiplash.net/



Artigo Histórico Disco Vintage

 

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